Vou apresentar aqui algumas informações para quem estiver interessado em plantar feijão, também irei mostrar os custos que eu estou tendo para plantar e colher o feijão, mas antes algumas informações.
O feijão, (Phaseolus vulgaris, L., Leguminosae)
é um dos principais alimentos da população brasileira, é uma semente com alto valor nutritivo, é uma excelente fonte proteica,
além de possuir bom conteúdo de carboidratos, vitaminas, minerais, fibras
e compostos fenólicos com ação antioxidante que podem reduzir a incidência
de doenças.
Além do papel
relevante na alimentação do brasileiro, o feijão é um dos produtos agrícolas
de maior importância econômico-social, devido principalmente à mão-de-obra
empregada durante o ciclo da cultura.
O Brasil é o maior produtor mundial de feijão.
É um investimento de médio a alto risco( a depender da região) podendo haver de 1 à 3 safras anuais(também depende da região), tendo resultado bem rápido ( cerca de 80 dias entre plantio e colheita), você pode obter rentabilidades de até 150% ou perder tudo(a meu ver), pois depende de uma infinidade de variáveis como: chuva, semente, terra, sistema de plantio, doenças, pragas, entre outras coisas que interferem na produção do feijão, mas você tomando muito cuidado e acompanhando o feijão (não é só plantar e esquecer lá) poderá obter um resultado interessante.
O feijoeiro é atacado
por doenças causadas por fungos, bactérias, vírus e nematoide.
O controle das doenças é feito com plantio de variedades
resistentes, de sementes livres de doenças e de uso de produtos
químicos. Pulverizações foliares protetoras com produtos
químicos. As doenças mais comuns são
ferrugem, antracnose, oídio, mela, tombamento, mosaico dourado.
Ainda temos algumas pragas comuns como: Lagarta-elasmo (mariposa),
larva-alfinete (besouro) no solo. Vaquinhas (besouro),
lagarta-da-folha (mariposa), acaro branco, cigarrinha verde,
mosca-branca, mosca minadora nas folhas. Lagarta (mariposa) e
percevejo nas vagens. Caruncho (besouro) no grão armazenado.
Para não ficar muito extenso o resto ficará para a segunda parte.
fontes: seagri.se.gov.br
embrapa.br